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Valores

Quando achamos que somos invisíveis, é quando mais erramos. Pois é quando estamos em evidencia e transparecemos tudo aquilo que queremos esconder” Guilherme Vinícius

É muito comum ouvir por ai sobre pessoas gravemente feridas pela decepção. Cheias de tristeza, revolta, dor e medo.
O mundo em que vivemos está cheia de pessoas más dispostas a ferir alguém. E muitas outras dispostas a amar e acreditar.
Se formos analisar a situação, o mundo é um pouco mais complexo que isso e as pessoas más nem sempre são tão mas assim como as vemos.
O que acontece é que nem sempre fazemos as coisas por querer. Definitivamente não fazemos. A maioria das vezes estamos cegos diante de uma situação e não enxergamos aqueles pequenos atos que acabam magoando quem está próximo de nós, quem gostamos muito.
As vezes nos machucamos por acreditar em um amor que simplesmente não existe. E nos entregamos de corpo e alma a alguém que simplesmente não se importa ou não reconhece.
Tudo seria mais fácil se soubesses reconhecer o real valor de cada um. Os relacionamentos seriam menos injustos e menos frustrantes. Conseguiríamos viver em harmonia e problemas rotineiros quase que não existiriam.

Eu já feri alguém e também já fui ferido.
Mas o pior sentimento de todos, além de ver quem você ama chorar, é quando você sabe que perdeu o valor.
Começamos a criar valor a partir do momento em que conhecemos alguém e quando demonstramos que somos especiais.
Mas quando decepcionamos alguém, perdemos todo o valor que aquela pessoa tinha depositado em nós e isso e quase que irreversível.

Você que magoou alguém, ainda há tempo de fazer a coisa certa. Mas antes de tudo, reconheça e mude.
Você que foi magoado, perdoe. As chances de se magoar novamente são grandes, mas as magoas um dia acabam. Por outro lado, as chances de ser feliz pra sempre, podem ser únicas. E deixa-las escapar por orgulho ferido, é desistir de tudo o que se acreditou um dia.

Não estou falando de insistir no erro. Ou de acreditar em algo que não existe.
Estou falando que sempre existe um caminho. E que não devemos perder a esperança.

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O dia em que me tornei Tom Ludlaw

Passamos boa parte do tempo imaginando como seremos, e após um simples amanhecer, descobrimos no que nos tornamos.

Lembro como se fosse ontem o dia em que resolvi deixar tudo de lado, todas as lembranças, histórias, músicas, emails, fotos, passado e viver o presente. Não da forma “Carpe Diem” como muitos gostam de pelo menos pensar que vivem. Mas de uma forma clara e objetiva.

Creio que tudo começou no dia 29 de agosto de 1988, o ano em que nasci. Eu não fazia ideia de tanta coisa que viria a acontecer comigo. Mesmo lá com meus 10 ou 15 anos de idade, eu imaginava uma vida totalmente diferente pra mim. Talvez eu nem imaginava nada.

Lembro de praticamente todos os fatos marcantes dos principais anos da minha vida. E lembro de umas das coisas que sempre constavam no meu pensamento: eu observava tudo e todos. Tinha meio que uma neura, ficava observando e memorizando todas as ações, os gestos, as palavras e a forma com que eram ditas.

Meio autista, mas tudo bem. kkk
Hoje vejo que todas essas observações e analises aparentemente idiotas me serviram de muita coisa. Hoje posso dizer que nada na minha vida foi inútil ou sem sentido. Tudo me serviu de aprendizado para essa nova faze da minha vida. A fase Ludlaw!

Esses dias me perguntaram o que significa esse negocio de “ludlaw”. É difícil dizer.
Talvez seja um sobrenome, talvez uma pessoa, talvez um livro.
Creio que Ludlaw seja um estilo de vida, uma fase de esclarecimento. Um momento em que você não tem mais medo de agir, de pensar e de fazer. É quando você sabe realmente de onde você veio e para onde você quer chegar. Além disso, ludlaw é um amontoado de experiencias de vida que até então eram idiotas e descartável, mas que hoje você sabe usar essas informações para fazer com que seu dia valha a pena.

Faz mais ou menos seis meses que decidi me tornar Tom Ludlaw. É claro que isso é só uma brincadeira. Não vou mudar meu nome no RG, nem saio por ai falando que me chamo Ludlaw. kkk. Isso nem soaria bem. Me chamariam de insano.
Enfim, hoje consegui alcançar a tão esperada felicidade. Não por que tinha que acontecer, nem por que era o momento certo, mas por que decidir que seria feliz.

Muitas pessoas passam suas vidas esperando que o dia de amanha traga saúde, felicidade, riquezas.
Mas esquecem que tudo isso só vai acontecer quando você decidir que aconteça e correr atrás daquilo que você julga ser importante.

Nada acontece por acaso. Sua vida não vai mudar como em filmes de milagres.
A única coisa que vai fazer com que as coisas mudem pra você é a sua decisão.
Escolha ser feliz, acredite nos seus ideais e após um simples amanhecer, você se tornará “Tom Ludlaw”

Have a nice day!

Gosto de observar as pessoas. Gosto de ver em seus rostos expressões diversas.
Existe raiva, ódio, amor, dor, desejo, os mais variados e complexos sentimentos resumidos em olhares.
Você pode viver com uma pessoa por muito e muito tempo, mais se não observar um olhar, é como se não a conhece-se.
Os olhares podem denunciar, mais também podem nos enganar. Podem mostrar verdade onde é mentira, e mentira onde é verdade.
Ações também nos mostram muito. Quantas pessoas não se espremem por dentro enquanto te demonstram um sorriso? Quantos abraços você já não recebeu de alguém que queria te machucar? Será que o que vemos é realmente o que se sente?
A verdade pertence a quem se cria. Impossível saber o que se passa em cada pessoa. Vivemos nos mascarando para o mundo e o mundo se mascará para nós. Como se dançássemos a ultima valsa ou se estivéssemos jogando o jogo de “esconde e esconde”.
O tempo todo temos tão pouco a mostrar e tanta coisa a esconder.
Parecemos bonecos brincando de faz de conta o tempo todo. A Verdade quase não existe mais.
Isso acontece a muito tempo. A tanto tempo quanto nossa idade.
As pessoas nunca mudam. Seremos sempre bonecos.

Veja: Tash People